terça-feira, 15 de maio de 2012

Aniversário de 90 anos de Elza Fontes Torres Homem

Da esquerda para direita, de cima para baixo: Janice, Tatiana, Rodrigo e a Pequena Juliana. Lilian e Rogério, Aline, Renato, Lu e Ricardo, Floriano (lado de Janice) Elza, Sérgio e Sandra, Ricardinho, Giulia, Giovanna com Julia, Rafael e Luiz Alberto.

O povo ou o dinheiro?

Por sermos uma sociedade capitalista, sempre vai haver um que é mais rico do que o outro. Na nossa sociedade, quem estuda e faz faculdade ganha mais dinheiro e vive melhor. Já quem não estudou, tem bem mais dificuldade de arrumar um emprego com salário mínimo, que por sinal, mal dá pra se alimentar e pagar as contas.

Normalmente, as pessoas têm mais dinheiro porque estudaram. Assim sendo, têm mais consciência de que criar um filho dá trabalho e traz despesas. Já as pessoas que não têm um certa consciência sobre o assunto, têm 2 ou 3 filhos a mais. Então, o que já esra difícil para sustentar, acaba ficando mais difícil, porque onde dois comiam bem, quatro ou cinco, comem mal. Aí os filhos acabam tendo que arrumar empregos com 10 ou 12 anos de idade para ajudar seus pais.

Na minha opnião, se os governantes se preocupassem mais em criar escolas públicas de qualidade, ao invés de roubar os cofres públicos, a educação seria melhor e as pessoas teriam mais oportunidade de emprego e teriam menos pessoas miseráveis.

Para mim, a culpa da discriminação dos ricos para com o pobres é culpa dos governantes que não fazem escolas de qualidade para o povo, nem pagam bem aos professores, o que acaba deixando o povo ignorante e acaba reelegendo-os porque eles fizeram uma nova farmácia (que nunca tem remédios) ou um hospital (que não tem médicos suficientes).

Por: Ricardo Manske Torres Homem (27/08/2011)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cadê os blogueiros da família?

Me lembro que a família era grande e depois diminuiu, depois começou a ficar grande de novo. Daí vem a pergunta: cadê os poetas e escritores da família que tanto falavam em escrever em um blogue em comum? Está aqui... então por quê não escrever alguma coisa? Desabafa. Bota pra fora o que tá querendo sair. Sei que existe um escritor ou cronista destro de você. Tá bom, não sabe escrever? Bota uma foto. Tá com medo de postar na net? Me envia que eu coloco uma tarja preta nos olhos...


Fica aqui o reconvite para que os talentos escondidos com a maturidade que o tempo nos impõe, pela sua falta. E lembro a todos que tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
Ass.: Eu.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

IBGE quer saber a minha cor.

O agente do IBGE que veio até minha casa (pela primeira vez em 10 anos) e agiu conforme instrução dada a todos os que estão a fazer o Senso 2010. Apesar de, no meu caso, ser o questionário básico – o mais simples – me perguntou qual era a minha cor. Fique meio atordoado em imaginar pra que serviria tal incentivo a segregação racial. E perguntei: – como assim? E ele me deu as opções: – branco, negro, pardo, amarelo, etc. Perguntei: – o que você acha? Respondeu que foi instruído a não interferir na resposta que deveria ser de responsabilidade do entrevistado, mesmo que fosse um "negro" afirmando ser branco. Lembrei que sou neto de portugueses por parte de mãe, mas que haviam mulatos na família do meu avô por parte de pai. Lembrei também que meu tipo sanguíneo era raro, encontrado com facilidade apenas em uma região da África. Mas olhando bem pra mim e considerando que estamos no inverno, respondi: – sou branco. Ainda meio confuso, me lembrando que apesar de neta de alemão, minha esposa era também bisneta de índios. Portanto, meus filhos têm sangue mulato+português+índio+alemão. E agora?
Essa questão ainda está sem resposta pra mim, por isso estou escrevendo. Pra quê o IBGE quer separar em raças, uma mistura tão bacana – da qual tenho muito orgulho – que chama ser "Brasileiro"? Uma mistura tão colorida que é quase homogênea. Mas que o governo, insiste em separar por cores.

Por: Ricardo Torres Homem